domingo, 4 de outubro de 2015

São Francisco de Assis, o santo que desposou a pobreza

Neste dia, 04 de outubro, fazemos memória a São Francisco de Assis, o mais santo dos italianos, que renunciou toda a riqueza para desposar a “Senhora Pobreza”
Francisco nasceu em Assis, na Úmbria (Itália) em 1182. Foi batizado em Santa Maria Maior (antiga catedral de São Rufino) com o nome de João (Giovanni). Mas quando seu pai, Pietro Bernardone, voltou de uma viagem à França, mudou de idéia e resolveu trocar o nome do filho para Francisco, prestando uma homenagem àquela terra. Jovem orgulhoso, vaidoso e rico, que se tornou o mais italiano dos santos e o mais santo dos italianos. Com 24 anos, renunciou a toda riqueza para desposar a “Senhora Pobreza”.Aconteceu que Francisco foi para a guerra como cavaleiro, mas doente ouviu e obedeceu a voz do Patrão que lhe dizia: “Francisco, a quem é melhor servir, ao amo ou ao criado?”. Ele respondeu que ao amo. “Porque, então, transformas o amo em criado?”, replicou a voz. No início de sua conversão, foi como peregrino a Roma, vivendo como eremita e na solidão, quando recebeu a ordem do Santo Cristo na igrejinha de São Damião: “Vai restaurar minha igreja, que está em ruínas”.
Partindo em missão de paz e bem, seguiu com perfeita alegria o Cristo pobre, casto e obediente. No campo de Assis havia uma ermida de Nossa Senhora chamada Porciúncula. Este foi o lugar predileto de Francisco e dos seus companheiros, pois na Primavera do ano de 1200 já não estava só; tinham-se unido a ele alguns valentes que pediam também esmola, trabalhavam no campo, pregavam, visitavam e consolavam os doentes. A partir daí, Francisco dedica-se a viagens missionárias: Roma, Chipre, Egito, Síria… Peregrinando até aos Lugares Santos. Quando voltou à Itália, em 1220, encontrou a Fraternidade dividida. Parte dos Frades não compreendia a simplicidade do Evangelho.
Em 1223, foi a Roma e obteve a aprovação mais solene da Regra, como ato culminante da sua vida. Na última etapa de sua vida, recebeu no Monte Alverne os estigmas de Cristo, em 1224. Já enfraquecido por tanta penitência e cego por chorar pelo amor que não é amado, São Francisco de Assis, na igreja de São Damião, encontra-se rodeado pelos seus filhos espirituais e assim, recita ao mundo o cântico das criaturas. O seráfico pai, São Francisco de Assis, retira-se então para a Porciúncula, onde morre deitado nas humildes cinzas a 3 de outubro de 1226. Passados dois anos incompletos, a 16 de julho de 1228, o Pobrezinho de Assis era canonizado por Gregório IX.

São Francisco de Assis, rogai por nós!

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Programação do Outubro Rosa em nossa Paróquia



A Paróquia São Pedro e São Paulo promoverá no Auditório Irmã Dulce uma programação voltada à conscientização e prevenção ao câncer de mama. Esta programação visa oferecer um espaço para um amplo e necessário debate sobre o necessário cuidado e atenção ao corpo. Segue a programação:


05 de outubro - abertura e palestra

19:30h - Acolhida

19:40 - A conscientização diante das manifestações oncológicas
            Palestrante: Doutora Eliane Rodrigues - Psicóloga.


19 de outubro - Palestra

19:30h - Conhecendo o Corpo Feminino e algumas manifestações oncológicas
               Palestrante: Fabíola Menezes (Acadêmica de Enfermagem)

20:15h - As terapias e seus benefícios nas oncologias
              Palestrante: Vinólia Regina e Débora Xavier (Acadêmicas de Fisioterapia)

26 de outubro - Encerramento

19:30h - Políticas Públicas para as mulheres acometidas por doenças oncológicas
              Palestrante: Centro de Defesa dos Direitos Humanos Oscar Homero

20:15h - Roda de Diálogos sobre tabus femininos
              Mediadora: Sandra Alves

21h - Coffee Break e Música ao Vivo com Karla Nunes


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sábado, 19 de setembro de 2015

Evangelho - 25º Domingo do Tempo Comum - 20/09/2015

Anúncio do Evangelho (Mc 9,30-37)
 — O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, 30Jesus e seus discípulos atravessavam a Galileia. Ele não queria que ninguém soubesse disso,31pois estava ensinando a seus discípulos. E dizia-lhes: “O Filho do Homem vai ser entregue nas mãos dos homens, e eles o matarão. Mas, três dias após sua morte, ele ressuscitará”.
32Os discípulos, porém, não compreendiam estas palavras e tinham medo de perguntar. 33Eles chegaram a Cafarnaum. Estando em casa, Jesus perguntou-lhes: “O que discutíeis pelo caminho?”
34Eles, porém, ficaram calados, pois pelo caminho tinham discutido quem era o maior.
35Jesus sentou-se, chamou os doze e lhes disse: “Se alguém quiser ser o primeiro, que seja o último de todos e aquele que serve a todos!”
36Em seguida, pegou uma criança, colocou-a no meio deles e, abraçando-a, disse: 37“Quem acolher em meu nome uma destas crianças, é a mim que estará acolhendo. E quem me acolher, está acolhendo, não a mim, mas àquele que me enviou”.
— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

sábado, 12 de setembro de 2015

Evangelho - 24º Domingo Comum - 13/09/2015

Anúncio do Evangelho (Mc 8,27-35)
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos.
— Glória a vós, Senhor.
 Naquele tempo, 27Jesus partiu com seus discípulos para os povoados de Cesareia de Filipe. No caminho perguntou aos discípulos: “Quem dizem os homens que eu sou?”
28Eles responderam: “Alguns dizem que tu és João Batista; outros que és Elias; outros, ainda, que és um dos profetas”. 29Então ele perguntou: “E vós, quem dizeis que eu sou?” Pedro respondeu: “Tu és o Messias”.
30Jesus proibiu-lhes severamente de falar a alguém a respeito. 31Em seguida, começou a ensiná-los, dizendo que o Filho do Homem devia sofrer muito, ser rejeitado pelos anciãos, pelos sumos sacerdotes e doutores da Lei; devia ser morto, e ressuscitar depois de três dias.
32Ele dizia isso abertamente. Então Pedro tomou Jesus à parte e começou a repreendê-lo. 33Jesus voltou-se, olhou para os discípulos e repreendeu a Pedro, dizendo: “Vai para longe de mim, Satanás! Tu não pensas como Deus, e sim como os homens”.
34Então chamou a multidão com seus discípulos e disse: “Se alguém me quer seguir, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e me siga. 35Pois, quem quiser salvar a sua vida, vai perdê-la; mas, quem perder a sua vida por causa de mim e do Evangelho, vai salvá-la”.
— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

terça-feira, 11 de agosto de 2015

Nota sobre elementos presentes na Sagrada Eucaristia


Graça e Paz!

A Igreja vive do Mistério da Eucaristia. É a Eucaristia o fundamento e o ápice da vida em Cristo Jesus. A nós, cabe sempre zelar para que a participação dos fieis seja efetiva, consciente, piedosa e de acordo com o que a Sagrada Eucaristia exige. Seguem agora, pequenas recomendações que se fazem necessárias em vista do fortalecimento deste vínculo de unidade e comunhão entre nós e nosso Salvador, Pão vivo descido dos céus, entre nós como comunidade de Fé e entre nós como mensageiros do Reino de Justiça e Paz do qual Jesus é o princípio. Estas recomendações giram em torno de dois pontos:

1. A distribuição da Sagrada Comunhão;
2. A comunhão em duas espécies;

Dois outros pontos também serão tratados nesta carta:

3. A resposta das Orações Eucarísticas;
4. A Consagração Eucarística;


1. A distribuição da Sagrada Comunhão


Peço aos nossos Ministros Extraordinários que observem a reserva Eucarística de cada comunidade, EVITANDO ASSIM que tenhamos sacrários super lotados colocando sob risco o Corpo do Senhor presente na espécie do Pão Eucarístico. Lembrando que originalmente a reserva não é de uma missa para outra e sim para os doentes e impedidos de participar da celebrações comunitárias. O que fundamente este nosso pedido é o número 89 do REDEMPTIONIS SACRAMENTUM (abreviada a partir de agora nesta carta como R.S) Este número nos alerta que 

"Para que também, pelos sinais, apareça melhor que a Comunhão é participação no Sacrifício que se está celebrando é desejável que os fiéis possam receber as hóstias consagradas na mesma Missa."

a. Qual a forma com a qual se deve comungar em pé ou de joelhos?

"Os fiéis comunguem de joelhos ou de pé, de acordo com o que estabelece a Conferência de Bispos, com a confirmação da Sé apostólica. Quando comungarem de pé, recomenda-se fazer, antes de receber o Sacramento, a devida reverência, que devem estabelecer as mesmas normas" R.S. número 90

b. Se recebe a Eucaristia na Mão ou diretamente na boca?

Todo fiel tem sempre direito a escolher se deseja receber a sagrada Comunhão na boca ou se, o que vai comungar, quer receber na mão o Sacramento. Sem dúvida, ponha-se especial cuidado em que o comungante consuma imediatamente a hóstia, na frente do ministro, e ninguém se desloque (retorne) tendo na mão as espécies eucarísticas. Se existe perigo de profanação, não se distribua aos fiéis a Comunhão na mão. (R.S.92)

2. A Comunhão sob as duas espécies

Para que, no banquete eucarístico, a plenitude do sinal apareça ante os fiéis com maior clareza, são admitidos à Comunhão sob as duas espécies também aos fiéis leigos, nos casos indicados nos livros litúrgicos, com a devida catequese prévia e no mesmo momento, sobre os princípios dogmáticos que nesta matéria estabeleceu o Concílio Ecumênico Tridentino. (R.S número 100)

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Por isso, na nossa Igreja Matriz, sempre aos domingos na missa da noite, distribuímos a Comunhão sob as duas espécies. Fazemos saber que a partir do primeiro domingo do mês de setembro, em todas as missas que acontecem nas comunidades aos domingos,  serão distribuídas a comunhão sob duas espécies.  Este é um prazo bom para que as comunidades se organizem. 
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Após a apresentação das ofertas, os ministros devem manter na credência uma vela acesa conforme combinado, pois dali se recolherá ao final da Missa toda a reserva Eucarística. 
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3. A Resposta das Orações Eucarísticas:


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Conforme combinado com as Equipes de Liturgia, o Ministério de Música deve responder às Orações conforme presentes no Missal Romano e em seguida a Assembléia repete a resposta. É preciso que isso seja comunicado à toda a Assembléia antes do início da Celebração Eucarística. 
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4. A Consagração Eucarística:

a. É necessário que as pessoas presentes na Missa se ajoelhem durante a Consagração Eucarística?

A Instrução Geral do Missal Romano, sobre esse assunto no número 43 diz que os fieis:

"Estão de joelhos durante a consagração, exceto se razões de saúde, a estreiteza do lugar, o grande número dos presentes ou outros motivos razoáveis a isso obstarem. Aqueles, porém, que não estão de joelhos durante a consagração, fazem uma inclinação profunda enquanto o sacerdote genuflete após a consagração."
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No instante em que o Sacerdote impõe suas mãos sobre o Cálice com o vinho e o pão que será consagrado, os coroinhas devem tocar os sinos e este toque deixa claro à Assembléia que é o momento para que todos se coloquem de joelhos.
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Imploramos que o Deus de toda Consolação nos mantenha firmes no Caminho que é Seu Filho Amado Jesus, a própria verdade e Vida Plena!

Na Paz, 


Pe Dalmo Radimack