terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Escola da Fé: Cristologia

A partir de Sábado dia 2 de março, a Paróquia São Pedro e São Paulo abrirá as inscrições para o novo Módulo da Escola da Fé. A Escola da Fé tem como temática QUEM É JESUS? Introdução à Cristologia. Ministrada às segundas feiras a partir de Abril pelo Padre Dalmo Radimack.

O valor das Inscrições é de R$5,00

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Programação da Semana Santa




Graça e Paz!
Caríssimos irmãos e irmãs, Pedimos que todos os que tiverem acesso a essa programação que a divulguem.

Confissões:

Dia 2 de março a partir das 8h – São Francisco de Assis
Dia 3 de março a partir das 14h – São Daniel
Dia 9 de março a partir das 8h – São Joaquim e Santa Ana
Dia 10 de março a partir das 14h – Sagrado Coração de Jesus
Dia 13 de março na comunidade Menino Jesus, às 19h
Dia 15 de março na comunidade Jesus de Nazaré
Dia 20 de março crianças do Menino Jesus
Dia 16 de março a partir das 8h – Nossa Senhora de Guadalupe
Dia 17 de março a partir das 14h – São Pedro e São Paulo

Lembrando que Terças e Quartas pela manhã das 8h às 11:30h – As confissões acontecem na Secretaria Paroquial

SÁBADO (23-03-13)

Celebração Penitencial na Igreja Matriz em preparação para a Semana Santa e Caminhada Penitencial em direção à comunidade Nossa Senhora de Guadalupe

Horário: 19:30h

DOMINGO DE RAMOS E DA PAIXÃO DO SENHOR (24-03-13)

6:30h – Procissão saindo da Comunidade São Francisco de Assis para a comunidade Sagrado Coração de Jesus onde será celebrada a Eucaristia

7h saindo do Menino Jesus em direção à Comunidade Nossa Senhora de Nazaré

8h – Celebração da Palavra na Comunidade São Joaquim e Santa Ana

16h - Procissão saindo da comunidade Nossa Senhora de Guadalupe em direção à Igreja Matriz São Pedro e São Paulo onde será celebrada a Eucaristia

SEGUNDA FEIRA (25-03-12)

5:30h - Ofício Divino das Comunidades

19:30h - Ofício da Unção de Betânia na Igreja Matriz São Pedro e São Paulo
19:30h - Ofício da Unção de Betânia na  Menino Jesus  
19:30h - Ofício da Unção de Betânia na comunidade Nossa Senhora de Nazaré 
19:30h - Ofício da Unção de Betânia na Comunidade Jesus de Nazaré

TERÇA FEIRA (26- 03- 13)

5:30h - Ofício Divino das Comunidades
19:30h - Procissão do Encontro.
Os Homens saem da Comunidade Sagrado Coração de Jesus e as mulheres saem da Comunidade São Joaquim e Santa Ana. As procissões se encontram na Praça de Tibiri III, de onde seguem para a Igreja Matriz São Pedro e São Paulo. Com a chegada das imagens, celebraremos o Ofício do Encontro.

QUARTA FEIRA (27-03-13)

5:30h - Ofício Divino das Comunidades
19:30h - Ofício Penitencial das Dores de Nossa Senhora na Igreja Matriz São Pedro e São Paulo
19:30h - Ofício Penitencial das Dores de Nossa Senhora  na comunidade Menino Jesus

QUINTA FEIRA SANTA (28-03-13)

5:30h - Ofício Divino das Comunidades
19:30h- Missa da Ceia do Senhor e Lava- pés na Igreja Matriz São Pedro e São Paulo 
21:30h- Inicio da Vigília Eucarística
Meia Noite - Procissão do Silêncio e recolhimento do Santíssimo

19:30h- Missa da Ceia do Senhor e Lava- pés na Nossa Senhora de Nazaré
21:30h- Inicio da Vigília Eucarística
Meia Noite - Procissão do Silêncio e recolhimento do Santíssimo

SEXTA FEIRA SANTA (29-03-13)

4h - Ofício Divino das Comunidades na Matriz
4:30h - Inicio da Via Sacra saindo da Igreja de São Pedro e São Paulo
12h - Ofício da Agonia na Matriz 
12h - Ofício da Agonia na Comunidade Nossa Senhora de Nazaré
12h - Ofício da Agonia na Comunidade Menino Jesus
12h - Ofício da Agonia na Comunidade Jesus de Nazaré
  
15h - Ato Litúrgico da Cruz do Senhor na Igreja Matriz São Pedro e São Paulo 
15h - Ato Litúrgico da Cruz do Senhor na Comunidade Jesus de Nazaré
17h - Procissão do Senhor Morto, saindo da Igreja Matriz em direção à Nossa Senhora de Guadalupe

SÁBADO SANTO (30-03-13)

19:30h- Celebração da Vigília Pascal na Igreja Matriz São Pedro e São Paulo 
19:30h- Celebração da Vigília Pascal na Comunidade Nossa Senhora de Nazaré
 
DOMINGO DE PÁSCOA (31-03-13)


16h Celebração Eucarística na Igreja Matriz São Pedro e São Paulo
16h Celebração Eucarística na Comunidade Nossa Senhora de Nazaré

19:30h - Caminhada do Ressuscitado: "Juventude Ressuscitada com Cristo!"

Que Deus abençoe a todos e que nossa Semana Santa seja de paz e de ressurreição com Cristo que vence a morte!


Sexta Cultural convite oficial!

Graça e Paz!

A Paróquia São Pedro e São Paulo, convida você, seus amigos e familiares para participar no dia 26 de abril de 2013 da primeira noite do Abril Cultural. Este evento tem por finalidade oferecer às nossas famílias e juventude um momento de descontração e alegria, sempre regado por boa música, teatro, ou outra manifestação cultural de incentivo a artistas locais.

A primeira noite acontecerá no dia 26 de abril às 19:30h no Auditório Paroquial. Para a entrada se pede material de limpeza (menos palha de aço), que será encaminhado para o Hospital Padre Zé

Na primeira noite teremos uma apresentaçao musical!
Divulguem!

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Homilia para o I Domingo da Quaresma

Caríssimos irmãos e irmãs, estamos vivendo a Quaresma, uma Sagrada oportunidade para recuperarmos a intimidade com Deus. Já nos alertava o autor sagrado, ao chamar este momento de tempo favorável. Para tanto, o Senhor nos apontou três ferramentas capazes de abrir o caminho para uma vida nova: A esmola, que é um recurso para se falar de solidariedade com o mundo sofrido e necessitado de uma mão capaz de reerguê-lo! A oração que fundamenta a solidariedade pois alicerça no coração de Deus nossas atitudes, gerando comunhão com Deus e com o mundo. E por fim o jejum, base para tudo porque no jejum reconhecemos nossa fraqueza e nossa total dependência para podermos viver!
Justamente neste domingo, o primeiro da Quaresma, o Senhor é exposto a tentações, que o acompanham por toda a sua vida pública como podemos perceber pelo final do Evangelho que dizia O diabo o deixou para retornar no momento oportuno. Vejamos a forma como é contado o Evangelho: Primeiro, Jesus é apresentado como aquele que é conduzido pelo Espírito ao longo do deserto, mostrando um paralelo entre Jesus e o povo de Deus que caminhou por 40 anos no deserto. O Espírito conduz Jesus pelos caminhos da própria humanidade, para que exposto aos desafios e tentações que vivenciamos todos os dias, ele pudesse nos mostrar como vencer as ciladas do antigo inimigo. 
As tentações de Jesus acontecem no instante em que ele esta em jejum, um marco para o Evangelho deste domingo porque naquilo que marca o reconhecimento de nossa fragilidade e é apresentado como uma das ferramentas para se conseguir uma purificação de vida é que a tentação começa! Portanto, a primeira tentação diz respeito ao perigo de não reconhecermos nossa própria condição pequena e desamparada. Em outras palavras, a tentação consiste no apego a si mesmo! O egoísmo que conduz a um caminho perigoso que é apresentado na segunda tentação. A segunda tentação diz respeito à busca de poder, o poder e a glória vinda dos poderes desses mundo, portanto, como fruto do egoísmo, o poder pelo poder expressa a tirania que oprime e divide a sociedade alargando o fosso a separar os ricos e os pobres deste mundo. Percebemos que a primeira tentação, conduz à segunda e esta para a terceira. Lança-te daqui para baixo porque está escrito que o Senhor deu uma ordem aos seus anjos. 
O coração egoísta, irá buscar o poder e as estruturas presentes neste mundo e consequentemente, por não reconhecer a soberania de Deus, fará da oração um espetáculo, aquele que está apegado a si mesmo, usará sempre a Deus como se este fosse um escravo, uma estrutura de oração espetacular, incapaz de agradar a Deus porque busca o reconhecimento de todos, a oração espetacular, celebrações espetaculares, que agrada o ego e cultua a si mesmo, mas que nada tem a ver com o Deus de Jesus de Nazaré. 
Estas tentações revelam um caminho de desmanche dos verdadeiros potenciais da humanidade. Poderiamos dizer que estas tentações dizem respeito à nossa auto compreensão e compreensão de nossas vidas perante Deus. Está claro para nós que o orgulho é uma mancha que vai crescendo a nos afastar de Deus porque nos afasta de nós mesmos e dos irmãos. 
Como vencermos as tentações? Jesus responde sempre ao tentador utilizando o argumento de que está escrito! Por aqui ele nos mostra que a Palavra de Deus é o mecanismo utilizado para vencer as tentações. Pela força viva da Palavra do Senhor que se fez carne e habitou entre nós é que poderemos enfrentar as ciladas do inimigo entendendo que coexistimos,  partilhando vidas, partilhando sonhos, medos, e corresponsabilidades perante o mundo.
Desta vitória sobre o egoísmo e de uma intimidade com a Palavra de Deus, encontramos a coragem necessária para permanecermos de pé e não nos ajoelharmos perante falsos poderes deste mundo. Somente assim, poderemos fazer da oração um recurso não para agradar nosso próprio ego e sim para gerar harmonia com Deus para um mundo novo!

Se para vencermos as tentações, a Palavra de Deus é o meio eficaz, então deveremos aceitar que apenas a escuta desta Palavra nos poderá dar forças, neste sentido deveríamos procurar um jejum acerca daquilo que nós temos escutado: conversas maléficas sobre a vida alheia, quer pessoalmente ou por telefone, a partilha de palavras ruins, pela internet. Somos anunciadores de uma Boa Nova e não de notícias ruins. Portanto, seria interessante como exercício da Quaresma, de desprendimento e reconstrução, abrimos mão de algo relativo à nossa audição, poderíamos abrir mão do nosso celular por pelo menos um dia, ou mesmo da internet por um dia, e quem sabe, abrir mão daquelas músicas terríveis que só servem para incentivar a diminuição das pessoas! 

Peçamos ao Senhor que do encontro com sua Palavra, nosso coração se aqueça para que possamos reconhecê-lo ao partir o Pão!

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Mensagem de agradecimento.

 Amados irmãos e irmãs da Paróquia São Pedro e São Paulo de Tibirí II, venho por meio dessa mensagem comunicar-lhes que este ano de 2013 não estarei junto a Paróquia. Fui designado a fazer pastoral em outra área, desta vez fui enviado para o vale de Mamanguape na Paróquia Nossa Senhora do Carmo, que tem como pároco o Padre Alan. Quero agradecer por todo carinho e acolhimento com que tiveram comigo e com meus irmãos de seminário. Um ano de verdadeira comunhão! Existe uma canção da Comunidade Doce Mãe de Deus que sempre fez parte da minha história e tantas vezes cantei, que diz: "onde me chamas eu quero ir aonde me levas a caminhar, onde meus passos serão assim fortes, seguros em Ti". O Senhor me chamou e aqui estou para cumprir a vontade de Deus. Deus abençoe a cada um, os movimentos, pastorais, as comunidades pelas quais passei e juntos pudemos celebrar no altar de Deus. Contem sempre com as minhas orações e também conto com as vossas e juntos seremos mais Igreja. Quero agradecer de um modo especial ao Padre Dalmo Radimack que me acolheu e como um grande pai me ensinou a ser e a fazer tudo o que Deus assim me permitiu junto aos grupos que acompanhei. Obrigado Padre Dalmo, obrigado povo Deus. Que neste tempo novo e quaresmal, os nossos corações sejam rasgados, para assim extrairmos tudo aquilo que nos impede de sermos todos de Deus. Convertei-vos e crede no evangelho.
Sem. Fábio Calisto.


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Queridos amigos e amigas da Paróquia São Pedro e São Paulo, Tibiri II, Santa Rita - PB, alegria e paz aos vossos corações!

Eu gostaria de comunicar a todos que nós não estaremos juntos neste ano de 2013 como companheiros de caminhada e de fé na paróquia. Não voltarei para a casa de vocês, para a casa de Deus e nossa, a Igreja particular de Tibiri II.

Como me é próprio e, sempre com um espírito paulino, eu faço do apelo de Paulo a minha oração: "Alegrai-vos sempre, orai sem cessar. Por tudo dai graças, pois esta é a vontade de Deus a vosso respeito, em Cristo Jesus" 1 Tessalonicenses 5, 16-18.

Assim, eu agradeço, primeiramente, ao Pe. Dalmo Radimack pela acolhida no ano passado na paróquia. Aprendi muito com o senhor.
E agradeço a cada um de vocês pela amizade e fraternidade. Vocês foram muito generosos. Vocês foram muito gentis. Que Deus lhes pague!

Por fim, o meu apelo a todos: "Rezem pela Igreja".

Contem com o meu apoio e com a minha amizade,
Seminarista Felipe Almeida.

Papa Bento XVI enviou uma mensagem para a abertura da Campanha



Queridos irmãos e irmãs,

Diante de nós se abre o caminho da Quaresma, permeado de oração, penitência e caridade, que nos prepara para vivenciar e participar mais profundamente na paixão, morte e ressurreição de Jesus Cristo.

No Brasil, esta preparação tem encontrado um válido apoio e estímulo na Campanha da Fraternidade, que este ano chega à sua quinquagésima realização e se reveste já das tonalidades espirituais da XXVII Jornada Mundial da Juventude no Rio de Janeiro em julho próximo: daí o seu tema ‘Fraternidade e Juventude’, proposto pela Conferência Episcopal Nacional com a esperança de ver multiplicada nos jovens de hoje a mesma resposta que dera a Deus o profeta Isaías: ‘Eis-me aqui, envia-me!’(6,8).

De bom grado associo-me a esta iniciativa quaresmal da Igreja no Brasil, enviando a todos e cada um a minha cordial saudação no Senhor, a quem confio os esforços de quantos se empenham por ajudar os jovens a tornar-se – como lhes pedi em São Paulo – “protagonistas de uma sociedade mais justa e mais fraterna inspirada no Evangelho” (Discurso aos jovens brasileiros, 10/05/2007). É que os “sinais dos tempos”, na sociedade e na Igreja, surgem também através dos jovens; menosprezar estes sinais ou não os saber discernir é perder ocasiões de renovação. Se eles forem o presente, serão também o futuro. Queremos os jovens protagonistas integrados na comunidade que os acolhe, demonstrando a confiança que a Igreja deposita em cada um deles. Isto requer guias – padres, consagrados ou leigos – que permaneçam novos por dentro, mesmo que o não sejam de idade, mas capazes de fazer caminho sem impor rumos, de empatia solidária, de dar testemunho de salvação, que a fé e o seguimento de Jesus Cristo cada dia alimentam.

Por isso, convido os jovens brasileiros a buscarem sempre mais no Evangelho de Jesus o sentido da vida, a certeza de que é através da amizade com Cristo que experimentamos o que é belo e nos redime: “Agora que isto tocou os teus lábios, tua culpa está sendo tirada, teu pecado, perdoado” (Is 6,7). Desse encontro transformador, que desejo a cada jovem brasileiro, surge a plena disponibilidade de quem se deixa invadir por um Deus que salva: “Eis-me aqui, envia-me!’ aos meus coetâneos” - ajudando-lhes a descobrir a força e a beleza da fé no meio dos “desertos (espirituais) do mundo contemporâneo, em que se deve levar apenas o que é essencial: (…) o Evangelho e a fé da Igreja, dos quais os documentos do Concílio Vaticano II são uma expressão luminosa, assim como o é o Catecismo da Igreja Católica” (Homilia na abertura do Ano da Fé, 11/10/2012).

Que o Senhor conceda a todos a alegria de crer n’Ele, de crescer na sua amizade, de segui-Lo no caminho da vida e testemunhá-Lo em todas situações, para transmitir à geração seguinte a imensa riqueza e beleza da fé em Jesus Cristo. Com votos de uma Quaresma frutuosa na vida de cada brasileiro, especialmente das novas gerações, sob a proteção maternal de Nossa Senhora Aparecida, a todos concedo uma especial Bênção Apostólica

Vaticano, 8 de fevereiro de 2013

Informações: Rádio Vaticano.

Quaresma: Por que a cor roxa é usada na liturgia?


Estamos vivenciando um tempo litúrgico muito especial na Igreja de Cristo. Seguimos por quarenta dias onde cada fiel tem a oportunidade de viver a conversão e recolhimento, e onde é comum, por exemplo, a prática do jejum, da caridade e da oração.

Nesta caminhada até a Páscoa, a Igreja se reveste da cor roxa em suas celebrações.

O Missionário Redentorista, Padre Luiz Carlos de Oliveira explicou que a cor roxa, usada na Quaresma, no Advento e nas missas funerais indica tempo de reflexão, penitência, conversão e mesmo sofrimento de morte.

“Antes, nos funerais e na Semana Santa, era usada o cor preta. No Domingo de Ramos e na Sexta-feira Santa agora se usa o vermelho que significa a glória e o martírio de Cristo. A cor preta nas missas funerais não é mais obrigatória. São poucos que usam”, explicou.

De acordo com o Missionário Redentorista, no tempo da Quaresma a cor roxa significa que se busca uma concentração na reflexão, nas atitudes penitenciais e na disposição de conversão.

Padre Luiz Carlos ainda completou que é um convite a ter um tempo diferente.

“Como a sociedade não é mais cristã, cada um procure moderar a dissipação e concentrar-se no único necessário, como disse Jesus aos apóstolos no Horto das Oliveiras: ‘Não fostes capazes de vigiar comigo por uma hora? Vigiai e orai, para que não entreis em tentação, pois o espírito está pronto, mas a carne é fraca’ (Mt 26,40-41)”, finalizou.

Redação Portal A12

Cenário em debate

 


A saída de Bento XVI é com certeza a temática mais debatida pelo mundo nos últimos dias por ser algo inesperado e distante de nosso contexto, já que embora seja prevista pelo Código de Direito Canônico, a última vez que aconteceu foi em 1415, quando Gregório XII abdicou do Pontificado. Uma atitude como esta tem sempre dois aspectos: o primeiro é de cunho administrativo, o segundo é de ordem espiritual uma vez que o Pontífice é o elo a unir a Igreja ao próprio Jesus! Pelo primeiro aspecto temos a garantia no Código, no entanto, no âmbito espiritual uma preocupação existe porque poderia gerar um amplo questionamento sobre a espiritualidade da própria Igreja. Pensei isso porque no meio de uma crise profunda, o fato de o principal nome dentro da Instituição deixar as atividades, poderia lançar a Igreja em um descrédito sem proporções, ainda mais profundo do que aquele que visualizamos. 
A primeira coisa que podemos perceber é que estamos diante de uma atitude que fortalece a tese presente em um seguimento da Igreja que defende que o Papa deveria ter o mesmo tempo de serviço ministerial de um Bispo, ou seja, seu pontificado estendido até os 75 anos,  afinal de contas, o Papa é o bispo de Roma.  Creio que Bento XVI, com sua escolha, evita que a Igreja tenha que enfrentar situações similares às enfrentadas no final dos Pontificados de Pio XII e João Paulo II.
Aguardo ansioso que o próximo Papa seja de fora da Europa posto o fato de 52% dos católicos estarem nos países da América, África e Ásia.  Servirei com fidelidade na Igreja venha o Papa de onde vier, mas confesso o desejo de um Papa oriundo daquilo que se convencionou chamar de terceiro mundo. Tenho plena convicção de que seja quem for terá pela frente questões que já há muito vemos enfrentando, coisas que ferem a consciência de qualquer cristão como por exemplo, os abusos sexuais cometidos por membros do clero. A busca de uma resposta acerca da saída de muitos católicos de nossa Igreja, fruto de uma instabilidade dentro da estrutura do catolicismo e de uma desconfiança que se gerou em relação à própria Igreja, o fortalecimento da identidade católica por meio da liturgia, os debates com outros segmentos cristãos históricos, bem como o desafiador diálogo com o Islã, com o Judaísmo. Alguns afirmam a necessidade de modernizar a Igreja e outros dizem que modernizar não é necessário, essa não é a questão, a questão é encontrar o meio adequado de tornar a verdade cristã acessível ao homem moderno em um mundo que passa por constante mudança e que parece ter perdido referências. O acesso da Igreja ao homem moderno é considerado fundamental entre tantos, pelo Cardeal de Honduras. Os que resistem a este debate, com certeza desconhecem o papel da Igreja no mundo! A questão não é arrebanhar pessoas a todo o custo ou apresentar um discurso que agrade gregos e troianos, o desafio mesmo é tornar a mensagem de Jesus sempre atual e sempre latente em todas as realidades do mundo moderno, que parece ter se deixado cobrir pela bandeira do relativismo e pelas ditaduras das minorias.
Além de toda humildade e generosidade de Bento XVI para com a Igreja se encontra uma visão de Igreja diferenciada pois sua renúncia nos coloca em um contexto novo em relação ao que aconteceu em 2005 com a morte de João Paulo II, porque em 2005, poderíamos visualizar dois grupos, um que se fortaleceu em torno de Carlo Maria Martini, representante da ala progressista da Igreja e um grupo que uniu em torno de Ratzinger. Acredito que desta vez se tenha mais tempo para se pensar um Papa diante do futuro da Igreja no mundo, o que constitui a questão mais urgente de nosso tempo. Precisamos redefinir nosso lugar e nosso papel no mundo! Neste sentido o sempre atual Concílio Vaticano II nos mostra o caminho: a Igreja é Luz das Nações, participando das alegrias e angústias do mundo!
Olhando um pouco para este cenário, percebemos que um dos nomes mais cotados é do africano Peter Turkson, de Gana. Bento XVI nomeou o ganense para um dos cargos mais importantes do Vaticano, e ele passou a ser enviado a diversos países como mediador de conflitos. Em 2010, chegou a acompanhar o papa em viagens, o que aumentou as especulações sobre seu nome. Além dele, é citado o cardeal sul-africano Wilfrid Napier, de Durban. O engraçado é que em algumas casas de apostas de Londres, os bolões já começaram e em duas das principais Turkson é favorito, seguido do Arcebispo de Milão, Angelo Scola, que chegou a ser apresentado por Bento XVI como o seu nome favorito. Scola é um forte candidato e manteria a linha de trabalho adotada por Bento XVI. As minhas orações são para Oscar Rodríguez Maradiaga, de Honduras. Um homem de boa aceitação nos setores da Igreja, fã de Jazz e consta entre os amigos do vocalista do U2, ele tem a simpatia das alas do Vaticano que desejam um Papa mais aberto a uma agenda social. O que talvez o faça crescer nas expectativas é que embora seja admirado por nomes da Teologia da Libertação como Leonardo Boff, Maradiaga, teve algumas diferenças com Hugo Chavez, o que é realmente positivo aos olhos dos que acham que todos na América Latina estão associados à política de esquerda! 
A lista segue com o canadense Marc Oullet e o nigeriano Francis Arinze. Claudio Hummes também é citado, mas, outros brasileiros teriam mais força, pois, embora tenha história, Claudio já tem 78 anos. Um dos nomes mais citados é o de João Braz de Aviz, de 65 anos. D. Odilo Scherer também é considerado "papável", leve-se em conta que Scherer é de uma linha de Igreja muito similar a de Bento XVI, no entanto, não acredito que venha a ser um brasileiro.
Muito tem se falado sobre o novo papa vir da América Latina isto não é à toa. A região tem hoje metade dos católicos do mundo e os cardeais são vistos como alguns dos maiores defensores da Igreja.  O testemunho é de Gerhard Muller, chefe da Congregação para a Doutrina da Fé."Conheço muitos bispos e cardeais latino-americanos que poderiam assumir essa responsabilidade!"
De verdade, podemos afirmar que embora Bento XVI não venha a interferir na escolha do próximo Papa, deveremos reconhecer que o fato dele ter criado muitos dos cardeais durante o seu Papado e ter participado da escolha de muitos outros no pontificado de João Paulo II, será algo significativo neste conclave.  O interessante nessas escolhas é que em muitas ocasiões quem chega a Roma aclamado como futuro Papa, pode voltar para sua terra como Cardeal. No adágio popular, chegou Papa, voltou Cardeal...

Nós nos colocamos em oração, pedindo ao Pastor do Rebanho e Senhor da Messe escolha para si o que há de melhor! E assim sua Igreja continue caminhando na História dos homens como sinal profético de Esperança e de Paz!

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Homilia para a Quarta feira de Cinzas



Queridos irmãos e irmãs, Graça e Paz, hoje e sempre da parte de nosso Senhor Jesus Cristo, Filho do Altíssimo e doador do Espírito Santo!
Iniciamos a Quaresma, nossa caminhada de quarenta dias que nos faz perceber que assim como o Senhor Jesus passou quarenta dias no deserto em profunda oração e jejum, estamos também a partir de agora em um retiro espiritual em vista da preparação para a celebração da Solene Páscoa de Nosso Senhor Jesus Cristo que venceu as ciladas do inimigo de Deus e nos reconduziu aos braços do Pai Soberano!
Jesus no deserto, enfrentou o tentador e nós hoje em nossa caminhada que agora se inicia devemos mergulhar em um espírito de oração sincera que nos garantirá a vitória contra as ciladas do inimigo! Estamos em uma batalha pela paz do mundo, pelo Reinado de Deus em cada coração e pela redescoberta da dignidade de cada ser humano, independente de classe, sexualidade, credo, cor, opções políticas. Para que esta luta seja vencida por nós é preciso que ensinemos ao mundo o caminho que conduz à verdadeira amizade com Deus. O mundo precisa redescobrir a amizade com Deus. Em meio aos desafios e às tristezas, em meio às dores, ecoam para nós as palavras do Profeta Joel que escutamos na primeira leitura: Convertei-vos a mim de todo o vosso coração com jejuns, com lágrimas, com gemidos. Estas palavras do profeta não diz que Deus deseja o nosso sofrimento, diz que em meio às dores e decepções do mundo, devemos reencontrar o porto seguro. O ponto de onde emerge em nós a força para enfrentar o caos de nosso mundo e de nossas vidas. Isto é justificado ainda no Antigo Testamento quando se diz:
"Por aquele tempo Ezequias ficou doente, à morte. O profeta Isaías, filho de Amoz, veio ter com ele, e lhe disse: Assim diz, o Senhor: Põe em ordem a tua casa porque morrerás, e não viverás. Então o rei virou o rosto para a parede, e orou ao Senhor, dizendo: Lembra-te agora, ó Senhor, te peço, de como tenho andado diante de ti com fidelidade e integridade de coração, e tenho feito o que era reto aos teus olhos. E Ezequias chorou muitíssimo. E sucedeu que, não havendo Isaías ainda saído do meio do pátio, veio a ele a palavra do Senhor, dizendo: Volta, e dize a Ezequias, príncipe do meu povo: Assim diz o Senhor Deus de teu pai Davi: Ouvi a tua oração, e vi as tuas lágrimas. Eis que eu te sararei; ao terceiro dia subirás à casa do Senhor. Acrescentarei aos teus dias quinze anos; e das mãos do rei da Assíria te livrarei, a ti e a esta cidade; e defenderei esta cidade por amor de mim, e por amor do meu servo Davi. Disse mais Isaías: Tomai uma pasta de figos e ponde-a sobre a úlcera; e ele sarará" (II Reis 20,1-7)
A amizade com Deus começa quando nos reconhecemos necessitados de sua infinita misericórdia. Quando reconhecemos que somos pó e que ao pó voltaremos! Por isso, as cinzas como testemunho de nossa fragilidade, como demonstração de nossa incapacidade de construirmos nossa felicidade longe de Deus. Assim sendo, reconhecendo nossa fragilidade, é necessária conversão. Conversão é uma mudança profunda em quatro aspectos: na forma de ver a Deus, na forma de ver a si mesmo, na forma de ver o outro e na forma de ver o mundo!
São Paulo nos alerta na segunda leitura que estamos no tempo favorável, Deus ofertou para nós seu Filho Único. Este é um convite feito por Deus que somente o ser humano que se encaminha diariamente a um processo de conversão poderá alcançar. Talvez não consigamos em um primeiro momento alcançar a profundidade da segunda leitura quando São Paulo nos diz que “Aquele que não cometeu nenhum pecado, Deus o fez pecado por nós, para que nele nós nos tornemos justiça de Deus.
Se o Apóstolo tivesse dito que Deus fez ele ser pecador, estaríamos diante de uma visão mais amena do mistério, no entanto, o texto diz que Deus fez ele ser pecado! Aqui estamos diante do mais profundo amor de Deus que faz o Filho ser pecado! Tudo aquilo que nos afasta de Deus se torna presente nele, de modo que como afirma Santo Agostinho, desde que apareceu nesta terra, ele tem a morte a lhe habitar as entranhas! Cristo feito pecado é a mais ampla expressão do que Ele mesmo no Evangelho falou sobre a esmola. A esmola do Evangelho é uma expressão para falar de Solidariedade. Deus é caridoso com os homens e deseja que os homens sejam solidários entre si. Na palavra do Evangelho, é preciso dar a esmola sem fazer alarde aguardando apenas o que vem de Deus e não procurando o que vem dos homens. Cristo é a caridade do Pai expressa e entregue ao mundo que jazia no pecado!
No Evangelho desta quarta, vemos que alguns como hipócritas deixarão o mundo reconhecer suas atitudes generosas, estes, já foram pagos pelos homens. A glória entre os homens será sua recompensa, no entanto, o que agrada a Deus apenas, não se interessa pela voz dos homens. Por isso, retomamos que o Filho Eterno é o fundamento de toda generosidade e toda solidariedade porque ele se deixou fazer-se pecado por nós, deixou-se contar entre os malfeitores por nós e mais escandalizamente, tornou-se maldição para nos livrar da maldição que deveria recair sobre nós. Por isso, o caminho da verdade solidariedade é o reconhecimento de Jesus nos sofredores como afirma o mesmo Mt 25, 31-46. Esta primeira parte do Evangelho nos alerta para o perigo de ter nossas atividades engrandecidas pelos homens. Quando nossa pessoa passa a brilhar mais que nossas obras, quando os elogios se tornam unânimes precisamos rever nossos caminhos porque o caminho do Senhor é o caminho que leva à Ressurreição, mas que para isso, passa pela cruz! Não há conversão sem cruz, e o critério de nossa conversão é Cristo que se fez pecado, mesmo sem ter pecado para que nosso pecado fosse esmagado por ele no altar da Cruz! Esta solidariedade alicerçada na cruz do Senhor, semeia o perdão Pai, perdoai-lhes, eles não sabem o que fazem. É fim dos preconceitos Eu era um prisioneiro e você foi me visitar! É desejo de Paz entre os homens Deus faz cair a chuva sobre os justos e os injustos!
Depois o senhor nos fala da Oração que é a segunda ferramenta em vista da superação do egoísmo. Se a solidariedade desapega a pessoa de si e a coloca no lugar dos sofredores como fez Cristo que se tornou pecado, a oração nos desenraiza de nós mesmos e nos faz dependentes de Deus. O homem e a mulher de oração, reconhecem que não podem nada sem Deus! Dependem dele! Jesus vem falar ao nosso coração sobre a oração. Este é um sinal de confiança e de fé que salva muitas pessoas. Quem não tem fé não consegue acreditar no poder de Deus e, assim, não consegue rezar. Devemos confiar no Senhor e perseverar na oração para alcançarmos nossos pedidos.
Deus nos atende, porque nos ama, não porque fizemos algo de bom. Quem de nós pode exigir algo do Senhor sendo os nossos méritos tão pequenos? Ele atende às nossas orações, porque somos filhos e, como todo pai, Ele nos ama. O próprio Deus nos mostra a importância da oração, pois todo aquele que pede, recebe.
Muitas pessoas deixam de receber uma graça não por causa dos pecados cometidos, mas pela falta de fé em Deus. Rezar é ter um encontro pessoal com Ele, essa é a primeira graça que recebemos quando nos colocamos em oração. A segunda, é a mudança em nosso coração. Antes de nos atender, o Senhor modifica nosso interior e nos torna pessoas melhores. A terceira graça é que, por meio da oração, sempre somos atendidos. O Pai sempre escuta nossas preces, mas se Ele não nos dá o que pedimos, é porque algo melhor e maior nos espera. Se for para o nosso bem e santificação, Ele nos atenderá.
No entanto, se pedirmos algo que resultará em males e entraves para nossa vida, o Senhor não o concederá a nós, porque nos ama e quer sempre nosso bem. Isso é um descanso para nós, pois, assim, sabemos que podemos pedir qualquer coisa, porque Deus se encarregará de filtrar o que é bom.
Muitos não sabem como orar, e na verdade rezam para serem reconhecidos pelos homens e isto faz deles hipócritas. Este tipo de oração que Jesus atribui ao hipócrita não se dirige a Deus, não ao Pai de Jesus e sim a outro deus, uma divindade falsa que na verdade é um ego da própria pessoa que reza! Muitos rezam cultuando a si mesmo e não a Deus. A oração aparece no meio do caminho proposto por Jesus porque se esta oração não gerar solidariedade com o mundo será sempre uma oração falsa. A vivência com Deus não deve nos afastar do mundo, pelo contrário deve nos enraizar mais ainda nele para que Cristo seja tudo em todos. Como alguém pode se considerar dado à oração se fecha os olhos aos sofrimentos deste mundo?
Por fim o senhor falou de Jejum. O jejum é um dos componentes que formam a santidade.  A prática do jejum é, também, uma forte demonstração de fé. O sacrifício pregado por Jesus é, também, uma mensagem de vitória, pois o jejum aviva, concede a sabedoria maior e em conjunto com os outros preceitos cristãos, concede o privilégio da expulsão dos demônios e dos males que esses provocam, conforme o próprio Jesus (Mt 17,21). Moisés jejuou por quarenta dias, antes de receber, no Monte Sinai, as sagradas Tábuas da Lei, diretamente do Deus de Abraão. Moisés preparou-se, espiritualmente, para aquele importantíssimo evento, porque iria encontrar-se com a manifestação do Altíssimo. Elias jejuou por quarenta dias, antes de subir ao monte Horeb, no qual o Senhor Deus manifestar-se-ia a ele (I Reis, 19,8). Jesus Cristo também jejuou durante quarenta dias, antes de iniciar a sua pública missão, pois sabia que enfrentaria muitas forças contrárias a ele. Por que o encontro daqueles profetas com Deus foi, necessariamente, precedido de uma fase de jejum?  Jesus adverte os seus apóstolos, ressaltando a importância da prática do Jejum, quando expulsou um demônio resistente que eles não conseguiram expulsar:

“Raça incrédula e perversa, até quando estarei convosco? Trazei-mo. Jesus ameaçou o demônio, e este saiu do menino possuído pelo demônio que ficou curado na mesma hora. Então, os discípulos lhe perguntaram em particular: “Por que não pudemos expulsar este demônio?“ Jesus respondeu-lhes: “Por causa da vossa falta de fé. Em verdade, em verdade vos digo: Se tiverdes fé como um grão de mostarda, direis a esta montanha: Transporta-te daqui para lá e ela irá e nada vos será impossível. Quanto a esta espécie de demônios, só se pode expulsar à força de jejum e oração”. Mt 17,20

O Senhor nos revela que o jejum é um esforço físico de renúncia da matéria para tornar viável uma melhor aproximação com ele. E como Deus multiplica o fruto do esforço daquele que se compromete inteiramente com ele, com o jejum acontece igual. Se você quer ser perfeito na prática da religião de Cristo, de tal forma que possa merecer a unção do Espírito Santo de Deus pelo qual virá o pleno avivamento espiritual, a sabedoria maior, além de viver os preceitos de Jesus, deve praticar o jejum. O jejum aproxima do Senhor num grau elevado e poderá conseguir bênçãos mais freqüentes do que os que não jejuam.  O jejum é o ato de enfraquecer para fortalecer. É o sacrifício corporal destinado a fortalecer o espírito. É muito mais fácil ao homem que jejua e ora vencer as tentações do que aquele que não jejua. Satanás não perde tempo com os fortes sabendo que ao fraco será muito mais fácil induzir ao pecado. Assim age desde a Criação. Então vamos perceber que o Jejum é uma prática que faz com que o ser humano se esvazie de si mesmo, em vista de uma oração mais ampla e de uma verdadeira solidariedade com o mundo sofrido. Outros caminhos além da renúncia a alimentos pode conduzir o ser humano a um verdadeiro jejum: o desapego a coisas que nos prendem e nos impedem de progredir, por exemplo: o tempo que perdemos na internet, o tempo perdido com a vida alheia, seria bom um jejum da internet, um jejum da vida alheia e este quem dera se tornasse definitivo! Porque essas coisas alimentam mentiras, difamação, calúnias, maldades, menosprezos. Para muitos é fácil abrir mão de uma refeição já abrir mão de programas de televisão, constitui um verdadeiro sacrifício, por isso, seria mais edificante!

Neste retiro quaresmal, peçamos ao Senhor que em nós se fortaleça o desapego às vantagens deste mundo por meio de um verdadeiro jejum, também uma oração sincera, fruto de um coração que desapegado de si se volta a Deus e uma solidariedade alicerçada na caridade do Pai que fez de Cristo Pecado para nos salvar!