Quando as crianças são muito pequenas é costume falar de Papai Noel para elas. Mas logo um irmão ou primo adolescente "corta o barato" até dos pais e diz às crianças menores que Papai Noel não existe. O que fazer então? Mentir? Insistir com os mais novos para manter-lhes a ilusão?
Mais importante talvez do que confirmar a fantasia talvez seja esclarecer tanto para o pré-adolescente como para as crianças menores que:

2. Depois é preciso explicar que assim como um diabo com tridente, rabo e chifres não existe que é uma representação surgida na história, isto não significando que o mal não existe, basta ver tanta barbaridade que acontece, lembre o noticiário. Do mesmo modo, mesmo Papai Noel não existindo como na sua alegoria, voando sobre as chaminés, ele representa a bondade de Deus para com as crianças. E é isso que Papai Noel representa no Natal: o cuidado e a importância das crianças, a importância de dar-lhes alegria. E também que é pelo amor de Deus pelas crianças que se compreende o amor do Natal. A alegria delas é a alegria do menino Jesus, de todas crianças, é um sinal de amor. E é isto que se representa com Papai Noel. Não é o consumo de presentes. Que triste seria o mundo sem o Natal e sem a alegria das crianças representadas em Papai Noel, em São Nicolau. Então, como ele é comemorado no mundo todo, ele existe ou não?
3. Portanto, se Papai Noel não anda nas relhas mágicas voando pelo céu e entrando pelas chaminés, ele vive sim no coração das pessoas. Move os papais de todo mundo a alegrar seus filhos e haverá muito mal na terra se não comemorarmos o Natal, se deixarmos de acreditar em Papai Noel.
4. Que tal aqui lembrar de levar um brinquedo para crianças pobres?
Esta explicação que os pais farão em linguagem e em testemunho de carinho, atenção e exemplo de piedade, é muito importante na formação dos pré-adolescentes. Homens em geral acreditam que a lógica é uma forma de superioridade e acabam muitas vezes, por colocar muita "fé" na lógica, na coisa prática, perdendo contato com o que é fundamental embora nem sempre palpável, como questões de fé, amor, carinho, etc. Esta conversa pode ser muito educativa.
Já vimos este tipo de explicação, embora destinado primariamente às crianças, trazer um clima muito feliz sobre maridos estressados, sobre reféns de ideologias de pensamento único e universitários descrentes, esses que deixaram a religião na porta da universidade na esperança de ser um cientista. Aliás nada mais enganoso nesta vida do que separar demais a fantasia do significado (porque a fantasia acaba perdendo o sentido e este o seu meio de expressão mais eficiente). Ou separar o pragmático do teórico, o amor do real, a caridade do cotidiano, o científico do religioso.
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