Fotos da Igreja do Menino Jesus!
quinta-feira, 19 de junho de 2014
quarta-feira, 18 de junho de 2014
atenção
ESTE BLOG ESTARÁ PASSANDO ESSES DIAS POR UMA RECONFIGURAÇÃO. POR ISSO, ALGUMAS INFORMAÇÕES AINDA NÃO ATUALIZADAS, NÃO CONDIZEM COM A REALIDADE VIVENCIADA NA PAROQUIA.
EM BREVE ESTAREMOS ANUNCIANDO O FINAL DO SERVIÇO DE ATUALIZAÇÃO. OBRIGADO A TODOS!
EM BREVE ESTAREMOS ANUNCIANDO O FINAL DO SERVIÇO DE ATUALIZAÇÃO. OBRIGADO A TODOS!
Catequese sobre as imagens
Existem grandes temas que merecem toda a atenção da Igreja Católica.
Este já é um dos que poderiam ser considerados superados se não fossem os
desinformados e donos de intenções ruins. Qual o lugar das imagens na
Igreja Católica?
Desde o Antigo Testamento o próprio Deus ordenou ou permitiu a
instituição das imagens que levariam as pessoas a entender a salvação, como um tipo de antecipação da salvação através do Verbo
Encarnado, Jesus Cristo, como por exemplo a serpente de bronze (Nm
21,4-9; Sb 16,5-14; Jo3,14-15), a arca da Aliança e os querubins (Ex
25,10-22; 1Rs 6,23-28).
Os católicos sabem que imagens são simplesmente imagens, não tem poder em si mesmas, pois são somente sinais
e não obstante o seu valor representativo, a Igreja existe mesmo onde
não se encontre uma imagem pois a verdadeira imagem é o próprio ser
humano criado à imagem e semelhança de Deus. Isto não quer dizer que as
placas são desnecessárias porque apontam para o lugar certo. Se eu
destruir a foto, evidentemente não destruo a pessoa da foto. Se eu
pisar na foto, evidentemente não piso na pessoa representada na foto.
Mas, como você se sentiria se pegassem uma foto de um ente querido seu e
na sua frente cuspissem nela, a destruíssem ou pisassem nela? Certamente
não ficaríamos muito felizes. Porque embora a foto não seja a pessoa, o
gesto de destruí-la fere gravemente a nossa dignidade.
Ora, a mesma escritura que em Deuteronômio capitulo 4 proíbe imagens é
a mesma escritura que mostra que Moisés, Salomão e outros cunharam ou
talharam imagens. Teria Deus enlouquecido? Poderia a Bíblia
contradizer-se? Quando o povo no deserto foi picado por serpentes Deus manda Moisés
cunhar uma serpente e todo
o que olhasse para esta seria curado. Ora, foi isso que
curou as pessoas? Não, a serpente representava ao Senhor Jesus
Cristo elevado na Cruz. É Ele que cura as pessoas e não a imagem da
serpente. “Moisés fez, pois, uma serpente de bronze, e fixou-a sobre um
poste. Se alguém era mordido por uma serpente e olhava para a serpente
de bronze, conservava a vida.” (Nm 21,9) Tanto é que o povo começa
adorar a imagem como se ela fosse a responsável pela cura e o Senhor
manda Moisés destruí-la:
“Destruiu os lugares altos, quebrou as estelas e cortou os ídolos de
pau asserás. Despedaçou a serpente de bronze que Moisés tinha feito,
porque os israelitas tinham até então queimado incenso diante dela.
(Chamavam-na Nehustã).” (2 Rs 18,4)
Vemos então que o errado é a idolatria e não as imagens. Ou seja, o errado é o ato de idolatrar imagens e não fabricá-las!
Guardai-vos, pois, de fabricar alguma imagem esculpida
representando o que quer que seja, figura de homem ou de mulher,
representação de algum animal que vive na terra ou de um pássaro que voa
nos céus, ou de um réptil que se arrasta sobre a terra, ou de um peixe
que vive nas águas, debaixo da terra. Quando levantares os olhos para o
céu, e vires o sol, a lua, as estrelas, e todo o exército dos céus,
guarda-te de te prostrar diante deles e de render um culto a esses
astros, que o Senhor, teu Deus, deu como partilha a todos os povos que
vivem debaixo do céu. (Dt 4,16-20)
Não esqueçamos que, na época, havia o politeísmo, ou seja, a crença
em vários deuses. A proibição de Deus se refere ao culto de adoração a
alguma imagem que fosse tratada como o próprio Deus. Como, por exemplo, o
povo que faz um bezerro de ouro para adorá-lo no deserto como se fosse o
próprio Deus.“Tiraram todos os brincos de ouro que tinham nas orelhas e
trouxeram-nos a Aarão, o qual, tomando-os em suas mãos, pôs o ouro em um
molde e fez dele um bezerro de metal fundido. Então exclamaram: ‘Eis, ó
Israel, o teu Deus que te tirou do Egito’.” (Ex 32, 3-4)
Veja que Salomão também fez imagens de madeira:
Fez no santuário dois querubins de pau de oliveira, que tinham dez côvados de altura. Cada uma das asas dos querubins tinha cinco côvados, o que fazia dez côvados da extremidade de uma asa à extremidade da outra. Revestiu também de ouro os querubins. Mandou esculpir em relevo em todas as paredes da casa, ao redor, no santuário como no templo, querubins, palmas e flores abertas. Nos dois batentes de pau de oliveira mandou esculpir querubins, palmas e flores desabrochadas, e cobriu-as de ouro; cobriu de ouro tanto os querubins como as palmas. (1 Rs 6,23-32)
Algumas coisas que a Igreja ensina sobre imagens:
“A imagem sacra, representa principalmente Cristo. Ela não pode
representar o Deus invisível e incompreensível; é a encarnação do Filho
de Deus que inaugurou uma nova economia das imagens: ‘Antigamente Deus,
que não tem corpo nem aparência, não podia em absoluto ser representado
por uma imagem. Mas agora, que se mostrou na carne e viveu com os
homens, posso fazer uma imagem daquilo que vi de Deus (…) Com o rosto
descoberto, contemplados a glória do Senhor’”. (São João Damasceno)
“O culto cristão das imagens não é contrário ao primeiro mandamento
que proíbe ídolos. De fato ‘a honra prestada a uma imagem é prestada na
verdade a pessoa a ela representada’” (São Basílio).
“O culto da religião não se dirige as imagens em si mesmas como
realidades, mas as considera em seu aspecto próprio de imagens que nos
conduzem ao Deus encarnado. Ora, o movimento que se dirige à imagem,
enquanto tal não termina nela, mas tende para a realidade da qual é a
imagem.” (São Thomás de Aquino)
Tríduo Eucarístico
DIA 17 DE JUNHO - 19:30H
ABERTURA DO TRÍDUO EUCARÍSTICO NA IGREJA DE SÃO JOAQUIM E SANTA ANA. AO FINAL, PROCISSÃO PARA A IGREJA DO MENINO JESUS. AO CHEGARMOS NA IGREJA DO MENINO JESUS HAVERÁ A BÊNÇÃO DO SANTÍSSIMO SACRAMENTO
DIA 18 DE JUNHO
HORA SANTA - 18:30H
MISSA NA IGREJA DO MENINO JESUS
DIA 19 DE JUNHO
8H - CELEBRAÇÃO EUCARÍSTICA NA IGREJA DE NOSSA SENHORA DE NAZARÉ
DIA DE ADORAÇÃO EUCARÍSTICA E CONFISSÕES
Horário de Adoração:
10h - 11h - Comunidade Nossa Senhora de Nazaré
11h - 12h - Comunidades Nossa Senhora de Fátima e Nossa Senhora de Guadalupe
12h - 14h - Ministros extraordinários da Comunhão
14h - 15h - Comunidade Menino Jesus e Sagrado Coração de Jesus
15h - 16h - São Francisco de Assis, São Daniel e SAnta Ana
17H - CARREATA SAINDO DA IGREJA DE NOSSA SENHORA DE NAZARÉ PERCORRENDO TODAS AS NOVE COMUNIDADES DA PARÓQUIA E ENCERRANDO NA MATRIZ ONDE SE CELEBRARÁ A EUCARISTIA.
ABERTURA DO TRÍDUO EUCARÍSTICO NA IGREJA DE SÃO JOAQUIM E SANTA ANA. AO FINAL, PROCISSÃO PARA A IGREJA DO MENINO JESUS. AO CHEGARMOS NA IGREJA DO MENINO JESUS HAVERÁ A BÊNÇÃO DO SANTÍSSIMO SACRAMENTO
DIA 18 DE JUNHO
HORA SANTA - 18:30H
MISSA NA IGREJA DO MENINO JESUS
DIA 19 DE JUNHO
8H - CELEBRAÇÃO EUCARÍSTICA NA IGREJA DE NOSSA SENHORA DE NAZARÉ
DIA DE ADORAÇÃO EUCARÍSTICA E CONFISSÕES
Horário de Adoração:
10h - 11h - Comunidade Nossa Senhora de Nazaré
11h - 12h - Comunidades Nossa Senhora de Fátima e Nossa Senhora de Guadalupe
12h - 14h - Ministros extraordinários da Comunhão
14h - 15h - Comunidade Menino Jesus e Sagrado Coração de Jesus
15h - 16h - São Francisco de Assis, São Daniel e SAnta Ana
17H - CARREATA SAINDO DA IGREJA DE NOSSA SENHORA DE NAZARÉ PERCORRENDO TODAS AS NOVE COMUNIDADES DA PARÓQUIA E ENCERRANDO NA MATRIZ ONDE SE CELEBRARÁ A EUCARISTIA.
A GRAÇA DE UM CORAÇÃO POBRE
No mês de fevereiro, durante o período do carnaval, nossa Paróquia viveu um momento magnífico de renovação e fortalecimento da Fé. O nosso Cerco de Jericó foi uma semana de grandes graças e Bênçãos. Você agora poderá a partir do dia 22 de junho adquirir quatro homilias proferidas naquela ocasião.
terça-feira, 26 de novembro de 2013
PROGRAMAÇÃO DO MÊS DE DEZEMBRO
Dia 8 de Dezembro:
Imaculada Conceição de Maria
Primeira Missa presidida pelo Padre Severino, às 17h
Abertura da Festa de Nossa Senhora de Guadalupe às 19:30h
Serenatal:
Programação:
Dia 13 de dezembro - Saindo da Comunidade Nossa Senhora de Nazaré para a Comunidade Menino Jesus
Dia 20 de dezembro - Saindo da Comunidade Menino Jesus para a Comunidade Santa Ana e São Joaquim
Dia 27 de dezembro - Apresentação Musical no Auditório Irmã Dulce. Entrada: 2 Kg de alimento não perecível.
Natal do Senhor
Dia 24 de dezembro
19:30h - Missa na Igreja Nossa Senhora de Nazaré - Heitel Santiago
21h - Missa na Igreja Matriz São Pedro e São Paulo
Dia 25 de dezembro
19:30h - Missa na Matriz São Pedro e São Paulo
19:30h - Missa na Igreja Menino Jesus
Dia 31 de dezembro
19:30h - Missa na Igreja de Nossa Senhora de Nazaré
21h - Missa na Matriz São Pedro e São Paulo
PRIMEIRO DE JANEIRO - SANTA MARIA, MÃE DE DEUS
19:30h - Missa na Matriz São Pedro e São Paulo
quarta-feira, 13 de novembro de 2013
Sentido da Festa de Cristo Rei
A festa de Cristo Rei foi criada pelo papa Pio XI em 1925. Instituiu que fosse celebrada no último domingo de outubro. Agora, na reforma litúrgica passou ao último domingo do ano litúrgico como ponto de chegada de todo o mistério celebrado, para dar a entender que Ele é o fim para o qual se dirigem todas as coisas.
A criação desta festa tinha uma conotação política de grandiosidade. Quem, dos mais antigos, não foi da Cruzada Eucarística? Roupinha branca, fita amarela com cruz e dois traços azuis para os melhores. Qual era o comprimento? - Viva Cristo! – Rei! Este amor a Cristo Rei sustentou os cristãos na perseguição do México. Quantos mártires não entregaram a vida proclamando: Viva Cristo Rei! Quem sabe nos falte uma definição maior para o Reino de Cristo.
A oração da missa assim reza: “Deus que dispusestes restaurar todas as coisas em vosso Filho Amado, Rei do Universo, fazei que todas as criaturas, libertas da escravidão e servindo à vossa majestade vos glorifiquem eternamente”. Vejamos os termos: Rei do Universo, vossa majestade. Para este sentido endereça a primeira leitura: A glória do Filho do Homem - “Seu poder é poder eterno que não lhe será tirado e seu reino, um reino que não se dissolverá” (Dn l7,14). Cristo com sua morte e ressurreição foi feito o Senhor da Glória. Seu Reino não tem fim.
Rei da Verdade.
Mesmo que seja um reino, o é diferente dos reinos e governos do mundo. Jesus se proclama rei diante de Pilatos: “Tu és Rei?” Pergunta Pilatos diante no tribunal. “Tu o dizes, eu sou rei. Para isso nasci e vim ao mundo, para dar testemunho da verdade. Todo aquele que é da verdade escuta minha voz” (Jo 18,37). Jesus é rei da verdade. Pilatos pergunta-lhe: “O que é a verdade?” Mas não espera a resposta. (É comum em nossa vida perguntar as coisas para Deus e não querer saber a resposta). O que é esta verdade que é a identificação com Ele próprio? “Eu sou a Verdade e a vida” (Jo 14,6). Ser verdade para Jesus é ser Ele próprio o testemunho da vontade do Pai: Estabelecer no mundo o domínio da misericórdia amorosa da qual o Pai é a fonte. “Graças a esta vontade é que somos salvos” (Hb 10.10). Durante sua vida procura unicamente fazer a vontade do Pai: “E a vontade do que me enviou é esta: Que eu não perca nenhum de todos aqueles que me deu, mas que eu o ressuscite no último dia” (Jo.6,39).
Um reino de sacerdotes.
Todo povo de Deus tem, como Cristo esta realeza. Esta é o domínio do amor que transforma o mundo. O amor é a primeira fonte da união com Deus. Ele faz de nossos gestos de serviço aos outros, da transformação das estruturas de escravidão em liberdade, um sacerdócio do povo de Deus e de cada um que santifica o universo. Ser cristão é já construir o reino de Cristo no mundo. A modalidade de construir este reino é o serviço fraterno, humilde como Cristo fez na sua morte que o glorificou. Unindo nossa vontade à sua e a vontade do Pai, podemos crer em verdade que Ele é Rei e Senhor.
A criação desta festa tinha uma conotação política de grandiosidade. Quem, dos mais antigos, não foi da Cruzada Eucarística? Roupinha branca, fita amarela com cruz e dois traços azuis para os melhores. Qual era o comprimento? - Viva Cristo! – Rei! Este amor a Cristo Rei sustentou os cristãos na perseguição do México. Quantos mártires não entregaram a vida proclamando: Viva Cristo Rei! Quem sabe nos falte uma definição maior para o Reino de Cristo.
A oração da missa assim reza: “Deus que dispusestes restaurar todas as coisas em vosso Filho Amado, Rei do Universo, fazei que todas as criaturas, libertas da escravidão e servindo à vossa majestade vos glorifiquem eternamente”. Vejamos os termos: Rei do Universo, vossa majestade. Para este sentido endereça a primeira leitura: A glória do Filho do Homem - “Seu poder é poder eterno que não lhe será tirado e seu reino, um reino que não se dissolverá” (Dn l7,14). Cristo com sua morte e ressurreição foi feito o Senhor da Glória. Seu Reino não tem fim.
Rei da Verdade.
Mesmo que seja um reino, o é diferente dos reinos e governos do mundo. Jesus se proclama rei diante de Pilatos: “Tu és Rei?” Pergunta Pilatos diante no tribunal. “Tu o dizes, eu sou rei. Para isso nasci e vim ao mundo, para dar testemunho da verdade. Todo aquele que é da verdade escuta minha voz” (Jo 18,37). Jesus é rei da verdade. Pilatos pergunta-lhe: “O que é a verdade?” Mas não espera a resposta. (É comum em nossa vida perguntar as coisas para Deus e não querer saber a resposta). O que é esta verdade que é a identificação com Ele próprio? “Eu sou a Verdade e a vida” (Jo 14,6). Ser verdade para Jesus é ser Ele próprio o testemunho da vontade do Pai: Estabelecer no mundo o domínio da misericórdia amorosa da qual o Pai é a fonte. “Graças a esta vontade é que somos salvos” (Hb 10.10). Durante sua vida procura unicamente fazer a vontade do Pai: “E a vontade do que me enviou é esta: Que eu não perca nenhum de todos aqueles que me deu, mas que eu o ressuscite no último dia” (Jo.6,39).
Um reino de sacerdotes.
Todo povo de Deus tem, como Cristo esta realeza. Esta é o domínio do amor que transforma o mundo. O amor é a primeira fonte da união com Deus. Ele faz de nossos gestos de serviço aos outros, da transformação das estruturas de escravidão em liberdade, um sacerdócio do povo de Deus e de cada um que santifica o universo. Ser cristão é já construir o reino de Cristo no mundo. A modalidade de construir este reino é o serviço fraterno, humilde como Cristo fez na sua morte que o glorificou. Unindo nossa vontade à sua e a vontade do Pai, podemos crer em verdade que Ele é Rei e Senhor.
Encerramento do Ano Litúrgico e Conclusão do Ano da Fé
Com a solenidade de Cristo, Rei do Universo, concluímos neste domingo o ano litúrgico e, no próximo domingo, entraremos no tempo do Advento em preparação da solenidade do Natal de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Neste domingo, começa em todo o Brasil a Campanha para a Evangelização que tem como objetivo despertar os cristãos leigos para o compromisso evangelizador e para a responsabilidade pela sustentação das atividades pastorais da Igreja no Brasil. A Campanha para a Evangelização vai até os dias 10 e 11 de dezembro, isto é, terceiro domingo do Advento, dia da Coleta Nacional para a Evangelização, cujo resultado financeiro será destinado a apoiar projetos de evangelização nas dioceses, nos regionais e em todo o Brasil.
Com o tema da Campanha deste ano: “Ele veio curar nossos males”. Natal é tempo de encontro com Jesus. Este encontro acontece por iniciativa dele, que vem ao nosso encontro e quer estabelecer relações conosco, em vista do nosso bem e da superação de todos os males. Ele veio para curar nossas feridas. Jesus revela para nós o verdadeiro sentido da vida humana e o caminho para sua perfeição, consequentemente, para a superação de todas as nossas deficiências e limitações. A Igreja é mistério de comunhão e participação. Desde o nosso batismo pertencemos a Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo e por isso temos o direito e o dever de participar da missão da Igreja de anunciar o Evangelho a todos e em todos os lugares.
A comunhão deve manifestar-se não só na partilha dos dons espirituais, mas também, na partilha dos bens materiais que contribuirá para o trabalho pastoral da Igreja e testemunhará o compromisso evangelizador e a generosidade de todo o povo de Deus.
Ao celebrar neste domingo a solenidade de Cristo Rei a Igreja nos recorda que não temos outro rei a não ser Jesus. O evangelho de hoje que acabamos de escutar nos diz que ter Jesus Cristo como rei não é apenas louvá-lo com a boca, mas é, sobretudo, seguir o caminho que Ele nos ensinou, que é caminho do amor, da prática da caridade para com todos, especialmente, para com os mais necessitados com os quais Jesus se identifica: “Todas as vezes que fizestes isso a um dos menores dos meus irmãos, foi a mim que o fizestes”.
Todos somos filhos de Deus e irmãos de Jesus Cristo, e em Jesus Cristo, e por isso, temos uma dignidade singular. A fé nos faz descobrir no próximo o nosso irmão, a imagem do próprio Cristo. O evangelho de hoje, diz que no fim de nossa vida e no juízo final, seremos julgados pelo amor e que Deus nos pedirá contas não só do mal que fizemos, mas também do bem que deixamos de fazer por falta de amor.
Hoje é também o Dia do Leigo que é chamado em virtude do batismo a ser construtor do Reino de Cristo no mundo “reino da verdade e da vida, reino da santidade e da graça, reino da justiça, do amor e da paz”. É próprio do cristão leigo contribuir com seus dons para tornar este mundo mais humano e fraterno e fazer da política um verdadeiro serviço prestado ao homem e a sociedade.
Que Maria nos ensine que reinar com Cristo é servir; é trabalhar por um mundo de justiça, de amor e de paz.
sábado, 9 de novembro de 2013
Por que eu sou Cristão?
Por qual motivo eu sou cristão? Esta é uma pergunta não muito fácil de se responder. É mais fácil responder sua cor favorita, time favorito, música favorita, mas falar sobre os reais motivos que levam alguém a ser cristão é uma tarefa que exige muita meditação. Não posso falar pelos outros, então falarei por mim mesmo.Vivemos em um mundo cheio de alternativas, cheio de possibilidades ou caminhos a serem seguidos, muitas vozes se apresentam como portadoras da realidade do sentido, muitos ombros se apresentam oferecendo carona na travessia do mar da vida.
Neste mundo, as opções são cada vez mais atraentes, prazerosas e acalentadoras do coração. A sensação que se tem é que a realidade é um grande supermercado da fé, cheio de prateleiras empilhadas de alternativas, tudo ali, à disposição e ao alcance, prontinho para ser consumido. Com isto, não há espaço para estabilidades, é sempre necessário inventar algo novo, do contrário as pessoas não permanecem. Nós nos acostumamos a ver que o mercado sagrado é vital e que não há alternativa se não a de consumi-las. Assim, ganha mais “fiéis” consumidores o marqueteiro mais eficaz, o slogan mais criativo e persuasivo o marketing melhor elaborado e que se apresentar como mais eficiente. O desvio de conduta religiosa não tem nada a ver com intelectualidade é sim um desafio existencial. Definitivamente podemos afirmar que a cosmovisão moderna embriagou a religião e esta se tornou mercadológica, hedonista e pragmática. Assim sendo, mesmo Deus se tornou uma mercadoria! A força desta influência de mercado é notória e vem, há algum tempo, causando uma substancial mudança na leitura bíblica e na concepção de igreja.
Novos grupos com forte apelo de marketing e com traços neoliberais (no campo político e econômico) surgem a cada dia e crescem num ritmo “sobrenatural”. Um sentimento cada vez mais introspectivo e desalojado da história se infiltrou na religião, revestindo de sacralidade o individualismo vivenciado já na ordem capitalista. Diante dessa postura de um número expressivo de pessoas que se intitulam cristãs, surgem questões teológicas, éticas, morais, eclesiológicas e comerciais. Calorosos debates foram instaurados, principalmente entre as denominações chamadas históricas, onde discute-se os métodos pentecostal, a participação do fiel na vida da igreja, ou da igreja na vida do fiel, o nominalismo, a livre interpretação bíblica, a ética do cristão, a ética da igreja na sociedade, na política e, principalmente, na prática pastoral.
No campo teológico retornam perguntas clássicas sobre os reais fatores que conduzem a pessoa a Cristo e qual é o caráter desse encontro com ele. Porém, o que faz com que os embates se tornem mais acirrados são perguntas do tipo: A pessoa está livre para escolher a Cristo assim como escolhe uma roupa, o alimento que vai comprar ou o time que vai torcer? Quais são os fatores que determinam a adesão à um determinado grupo religioso? Qual o papel da propaganda, das estratégias de marketing e da utilização da mídia, principalmente televisiva, no processo de conversão das pessoas? Qualquer linguagem, qualquer apelo, qualquer ação, qualquer mensagem são válidos? As respostas são diversas e, em muitos casos, divergentes.
Neste mundo, as opções são cada vez mais atraentes, prazerosas e acalentadoras do coração. A sensação que se tem é que a realidade é um grande supermercado da fé, cheio de prateleiras empilhadas de alternativas, tudo ali, à disposição e ao alcance, prontinho para ser consumido. Com isto, não há espaço para estabilidades, é sempre necessário inventar algo novo, do contrário as pessoas não permanecem. Nós nos acostumamos a ver que o mercado sagrado é vital e que não há alternativa se não a de consumi-las. Assim, ganha mais “fiéis” consumidores o marqueteiro mais eficaz, o slogan mais criativo e persuasivo o marketing melhor elaborado e que se apresentar como mais eficiente. O desvio de conduta religiosa não tem nada a ver com intelectualidade é sim um desafio existencial. Definitivamente podemos afirmar que a cosmovisão moderna embriagou a religião e esta se tornou mercadológica, hedonista e pragmática. Assim sendo, mesmo Deus se tornou uma mercadoria! A força desta influência de mercado é notória e vem, há algum tempo, causando uma substancial mudança na leitura bíblica e na concepção de igreja.
Novos grupos com forte apelo de marketing e com traços neoliberais (no campo político e econômico) surgem a cada dia e crescem num ritmo “sobrenatural”. Um sentimento cada vez mais introspectivo e desalojado da história se infiltrou na religião, revestindo de sacralidade o individualismo vivenciado já na ordem capitalista. Diante dessa postura de um número expressivo de pessoas que se intitulam cristãs, surgem questões teológicas, éticas, morais, eclesiológicas e comerciais. Calorosos debates foram instaurados, principalmente entre as denominações chamadas históricas, onde discute-se os métodos pentecostal, a participação do fiel na vida da igreja, ou da igreja na vida do fiel, o nominalismo, a livre interpretação bíblica, a ética do cristão, a ética da igreja na sociedade, na política e, principalmente, na prática pastoral.
No campo teológico retornam perguntas clássicas sobre os reais fatores que conduzem a pessoa a Cristo e qual é o caráter desse encontro com ele. Porém, o que faz com que os embates se tornem mais acirrados são perguntas do tipo: A pessoa está livre para escolher a Cristo assim como escolhe uma roupa, o alimento que vai comprar ou o time que vai torcer? Quais são os fatores que determinam a adesão à um determinado grupo religioso? Qual o papel da propaganda, das estratégias de marketing e da utilização da mídia, principalmente televisiva, no processo de conversão das pessoas? Qualquer linguagem, qualquer apelo, qualquer ação, qualquer mensagem são válidos? As respostas são diversas e, em muitos casos, divergentes.
Está evidente que muitas ações de grupos religiosos cristãos fizeram do nome de Cristo uma lucrativa marca. Grandes denominações surgiram nos últimos 20 anos, cada uma com um apelo (propaganda) mais elaborado que o outro. E mesmo o catolicismo tem enfrentado abalos terríveis com a instauração de Missas do genitivo: CURA E LIBERTAÇÃO, DA LUZ, ÁGAPE, etc. A televisão, com toda a sua potencialidade, tornou-se o propagador da fé e do novo estilo de ser do mundo chamado cristão. Programas de palco onde poder, prosperidade, solução dos problemas, entretenimento, êxtase espiritual, exorcismos, catarse e status social são oferecidos como itens essenciais do cardápio da fé e da vida com Jesus Cristo. A cada dia, mais e mais pessoas são atraídas para dentro das “igrejas” por esses “produtos” e passam a se autodenominar como cristãs, seguidoras de cristo. Será que são cristãs mesmo? Será que entendem as implicações de serem cristãs? O fato de receberem uma “benção” de cura, libertação ou material fazem com que sejam realmente cristãs?
Diante disso tudo cabe então a pergunta que intitula nossa reflexão: Por que ser cristão? Será que estou frequentando uma igreja porque simplesmente fui fisgado por uma dessas “iscas” de comércio? Será que tenho uma clara noção do que significa e das implicações que envolvem a afirmação de que sou um cristão? Será que realmente eu tive um encontro com Cristo? Como saberei?
As respostas para tantas perguntas passam necessariamente pela entendimento de que cristão é muito mais do que vestir uma camiseta e fazer parte de uma agremiação ou grupo social chamado igreja. Ser cristão é muito mais do que falar um dialeto específico ou vestir-se com vestes estabelecidas como santas. Ser cristão é muito mais do que ouvir música gospel. Ser cristão é muito mais do que opinião ideológica ou participação em um movimento social, é muito mais do que filosofia de auto-ajuda ou afins.
Ser cristão é estar existencialmente envolvido com a eternidade, é experimentar uma nova vida totalmente inundada pelo Espírito Santo, o qual nos conduz a uma espiritualidade norteadora de todos os nossos atos, assim como nossos desejos, pensamentos, projetos, relacionamentos, conflitos e todos os outros aspectos de nossa vida. Ser cristão é olhar para a realidade com os olhos de Cristo, entendendo que tudo existente é uma manifestação clara e inequívoca da existência de Deus, e do seu amor e poder, diante dos quais cabe a nós somente reconhecer, em atitude de adoração e culto (serviço), o quão maravilhoso é esse Deus.
Ser cristão é olhar para o outro com os olhos de Cristo, um olhar amoroso onde o próximo é alguém a ser abençoado por meio de nossa vida, mesmo que para isso seja necessária a nossa humilhação pessoal, ou a partilha do pouco que possuímos. Olhar que nos conduz pela militância em favor da justiça, da liberdade, da ética e, principalmente do amor. O cristão é aquele que ama Deus, ama a Jesus Cristo, que é conduzido e orientado pelo Espírito Santo para uma vida de serviço e amor ao próximo. O cristão não vai à igreja movido pela necessidade de resolver seus problemas, mas porque teve seus olhos abertos miraculosamente pelo Espírito Santo, enxergou a Deus e simplesmente se prostrou aos seus pés.
Definitivamente, ser cristão é muito mais que uma escolha, é ouvir a voz do Espírito Santo que nos chama para olharmos a cruz de Cristo e a entendermos como sendo o evento mais importante que a humanidade e os seres celestiais jamais viram. É entendermos que esta cruz, na verdade, é nossa por causa de nossos pecados, e que devemos, nos colocar diante dela totalmente quebrantados, arrependidos de nossos pecados crendo em Cristo como Senhor e Salvador de nossa vida. Ser cristão é amar a Cristo com toda a força de nosso ser.
Portanto, ninguém é cristão porque é filhos de cristãos ou por ter recebido uma formação cristã, não se é cristão porque se mora em um país formado a partir da ótica do cristianismo, não se é cristão porque religiosamente frequenta-se uma denominação, não se é cristão por causa da galera que conhecemos quando fomos a uma igreja. Por fim, ninguém é cristão meramente por causa de circunstâncias que nos envolveram durante a caminhada de nossa vida, elas podem ter sido mecanismos de Deus para nos chamar e alcançar, mas só é cristão quando Deus, na sua grande misericórdia, e cumprindo seus planos eternos, nos chama das trevas para a luz, da morte para a vida, operando em nosso coração nos transformando, fazendo-nos nova criatura, mudando o centro de nossa realidade do eu para Deus.
Então, sou cristão porque fui alvo do amor de Deus que me elegeu antes da fundação do mundo e por meio de Jesus Cristo me tirou da perdição do pecado, da morte para a vida, de forma que sou cristão, porque sou uma nova criatura, nascida do alto, nascida de Deus. E por isso, o coração de minha pregação deve ser o amor de Deus e não o medo de demônios! Como cristão não sou melhor do que nenhum outro ser humano desta terra, mas tenho um dever global em defesa da vida e anunciando o Senhor que vítima da injustiça superou toda maldade por meio da soberania do amor do Pai!
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
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