segunda-feira, 17 de maio de 2010

A EUCARISTIA E NOSSA SENHORA




Há uma grandiosa relação entre a Eucaristia e a Virgem Maria. Essa relação não é nova, não é invenção nossa, faz parte da mais antiga Tradição da Igreja. Teólogos santos dos primeiros séculos, como Santo Ambrósio, São João Damasceno, Santo Agostinho e Santo Hilário, afirmavam uma identidade entre a carne ofertada por Cristo na Eucaristia e a carne que ele recebeu da Virgem Maria.
Esta relação se explica porque o Verbo divino se fez presente no ventre de Maria. E durante nove meses foi crescendo como as crianças crescem, normalmente. Maria acompanha o crescimento de Deus dentro de si. Há uma troca amorosa que teologicamente é chamada intercâmbio de dons. Isso quer dizer que enquanto Deus vai ganhando carne dentro do ventre de Maria, Ele vai modelando a própria Maria por meio do Espírito Santo. Por isso, Maria é puríssima, porque foi preparada para trazer Deus em si, IMACULADA. E porque fez como nenhum de nós poderá jamais fazer, a experiência do Cristo dentro de si. Neste sentido, Maria foi a primeira a fazer a experiência do corpo de Cristo. E mais ainda, como nenhum de nós poderá fazer. Por isso ela é a primeira redimida, modelo para os cristãos, mãe dos discípulos de Jesus!
Quero encerrar com uma citação de Santo Tomás de Aquino, Santo e Teólogo do Século XIII: "Entre a Eucaristia e Maria há uma dependência. Uma dependência de origem, pois o corpo de Cristo que é imolado e sacramentalmente entregue, é a carne recebida de Maria. " Levando este pensamento um pouco mais adiante concluiremos tranquilamente que o corpo de Maria, deveria ter o mesmo destino do de Cristo: o Céu, pois a humanidade de Cristo vem de Maria!

Pe Dalmo Radimack

PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE A VIRGEM MARIA



1. Por qual motivo a Igreja afirma que Maria é a Mãe de Deus?
Quando a Igreja afirma que Maria é mãe de Deus, o destaque não se encontra primeiramente em Maria, o destaque é posto na divindade de Jesus de Nazaré. Ou seja, afirmar que Maria é mãe de Deus é apresentar a fé em Jesus de Nazaré não como um homem iluminado ou adotado por Deus e sim como o próprio Filho de Deus feito homem no seio da Virgem Maria. Neste sentido, Maria se torna a primeira redimida por Jesus, uma vez que Deus faz morada no seu útero puríssimo e assim, a mãe de Jesus é verdadeiramente Mãe de Deus, pois Jesus é DEUS! Não aceitar essa verdade é negar a fé em Jesus!
2. Por que nós temos tantos nomes para Maria? Nossa Senhora de Fátima, Aparecida... etc.
Esses nomes são títulos para Maria, ou relativos a cidades onde algumas aparições aconteceram, como Fátima, Lourdes, Guadalupe, etc. Ou relativo a fé no papel da Virgem, por exemplo, Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, Nossa Senhora das Dores, etc. Também relativos à Maria em relação a Jesus, como Maria, Porta dos Céus, Rainha dos Apóstolos. Porém, é sempre a mesma Maria, mãe de Jesus quem recebe estes títulos, sinais de carinho e devoção do povo fiel.
3. Como é possível explicar a origem da Ave Maria como oração dirigida à Nossa Senhora?
A primeira parte é relativo aos encontros com o Anjo Gabriel (Lc 1,26ss), com Isabel (Lc 1,39ss). A segunda parte relativa à Maria em sua vida com Jesus: Mãe de Deus, porque Jesus é Deus. Rogai por nós pecadores porque Maria rogou pelos noivos em Caná da Galiléia (Jo 2) agora e na hora da nossa morte porque Maria está presente sempre na vida de Jesus.
4. Por que Jesus não chama Maria de mãe?
Jesus chama Maria sempre de mulher, para dar destaque ao papel de Maria como Primeira Mulher da Nova Criação. Agora, temos uma pessoa capaz de corrigir o que a Primeira Eva não conseguiu fazer. É muito mais forte a presente de Maria como Mulher porque demonstra o desejo de Deus de restaurar a ordem perdida por Adão e Eva. Neste Sentido, Jesus é o Novo Adão e Maria a Nova Eva. Nova mulher!
5. Por que enfrentamos grandes dificuldades na relação com os protestantes quando o assunto é Maria?
A maior dificuldade surge por conta de leituras limitadas, interesseiras e muitas vezes maldosa da Sagrada Escritura. Quando se pega textos isolados, corremos o risco de empobrecer a sublime e magnífica Palavra de Deus. Mas devemos rogar a Deus que todos consigamos fazer o que o Evangelho diz em relação à Maria: Proclamá-la bendita (Lc 1,39-46) e Fazer tudo o que Jesus nos disser (Jo 1,1-11)

Congresso Eucarístico Nacional - Grandes Imagens









sexta-feira, 14 de maio de 2010

Eucaristia: pão que promove a fraternidade!





























Eucaristia, pão da unidade!












Não importa de onde somos, a cor que temos, a língua que falamos: em Cristo que se faz alimento e deseja nos conduzir ao seu mistério de amor somos todos irmãos.
Habitamos lugares diferentes, mas amamos o mesmo Senhor e por conta disso, todas as distâncias são superadas! Não há nada que nos separe quando o amor de Deus nos habita!
A Imagem de Nossa Senhora Aparecida e as relíquias do Cura D' Ars são sinais da nossa devoção à nossa senhora que nos deu o salvador e a São João Maria Vianney que ensina a necessidade de um grande amor a Cristo e aos irmãos.

domingo, 9 de maio de 2010

A melhor mãe do mundo é minha mãe!







"Oh, mãe, o amor que tenho por você é seu!"






Neste domingo de grande alegria, desejamos paz, saúde, grandes alegrias e enormes realizações para todas as mães...



Para a Mãe amiga, a mãe irmã a Mãe Maria de todos nós, a Mãe de nossas mães. As Mães-pais, as que são duas vezes Mãe... Mãe lutadora e companheira... Mãe educadora, Mãe mestra, Mãe de quem magoou e a Mãe de quem perdoou. A Mãe rica, a Mãe pobre, Mãe negra, Mãe branca, Mãe dos que já foram, Mãe dos que ficaram. Mães que já se foram. Mãe que sorri, Mãe que chora. Mãe que abraça e afaga. MÃE, simplesmente MÃE!






"MÃE QUE É NO MUNDO O MUNDO MEU!"






Ah, essa mensagem é assinada por todos aqueles que podem dizer: "a melhor mãe do mundo é minha mãe!"

Guardar a Palavra de Jesus!


Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: “Se alguém me ama, guardará a minha palavra, e o meu Pai o amará, e nós viremos e faremos nele a nossa morada. Quem não me ama, não guarda a minha palavra. E a palavra que escutais não é minha, mas do Pai que me enviou. Isso é o que vos disse enquanto estava convosco. Mas o Defensor, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, ele vos ensinará tudo e vos recordará tudo o que eu vos tenho dito. Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; mas não a dou como o mundo. Não se perturbe nem se intimide o vosso coração. Ouvistes o que eu vos disse: ‘Vou, mas voltarei a vós’. Se me amásseis, ficaríeis alegres porque vou para o Pai, pois o Pai é maior do que eu. Disse-vos isso, agora, antes que aconteça, para que, quando acontecer, vós acrediteis”.






1. Guardar as palavras de Jesus é seguir o caminho aberto por ele, ao longo do qual se dá o encontro com o Pai na vivência da partilha, da fraternidade e da solidariedade com os excluídos e oprimidos, em comunhão de amor eterno. Abre-se assim, no coração do discípulo, o espaço para Jesus preparar sua morada, junto com o Pai. Aquele que se despoja para entregar-se ao serviço de seus irmãos é mergulhado no amor. E este amor é a essência de Deus, Pai, Filho e Espírito. O Defensor, Espírito Santo, ilumina e move a comunidade de fé. Ilumina trazendo a presença de Jesus e esclarecendo suas palavras. Move conduzindo a comunidade à ação missionária e ao testemunho do amor de Jesus. A comunidade, envolvida na paz de Jesus, vai levar a paz ao mundo, em meio às turbulências das injustiças e opressões. A paz de Jesus brota da justiça. Pela justiça a vida floresce, as crianças sorriem, homens e mulheres confraternizam-se na alegria, e anciãos tudo contemplam, em paz e felizes.

2. O supremo e eterno Sacerdote Jesus Cristo quer continuar seu testemunho e seu serviço também através da sua Igreja. Vivifica-a por isso com seu Espírito e incessantemente a impele para toda obra boa e perfeita. Àqueles, pois, que une intimamente à sua vida e missão, também concede parte de seu sacerdócio no exercício do culto espiritual para que Deus seja glorificado e os homens salvos. Por isso, consagrados a Cristo e ungidos pelo Espírito Santo, os leigos são admiravelmente chamados e munidos para que neles se produzam sempre mais abundantes os frutos do Espírito. Assim, todas as suas obras, preces e iniciativas apostólicas, vida conjugal e familiar, trabalho cotidiano, descanso do corpo e da alma, se praticados no Espírito, e mesmo os incômodos da vida pacientemente suportados, tornam-se "hóstias espirituais, agradáveis a Deus, por Jesus Cristo" (1Pd 2,5), hóstias que são piedosamente oferecidas ao Pai com a oblação do Senhor, na celebração da eucaristia. Assim também os leigos, como adoradores agindo santamente em toda parte, consagram a Deus o próprio mundo."

quarta-feira, 5 de maio de 2010